segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Escolher charutos pela cor da capa
A qualidade de uma capa é fundamental para todo charuto. Em geral, a capa de um exemplar premium corresponde por até 70% do valor do produto, não mais que 10% do seu peso total e pouco menos que isso em seu sabor.
Relembrando a estrutura de um charuto, o filler (enchimento ou miolo) é responsável pelo sabor, aroma e queima: sabor – na planta, estas folhas da parte superior são conhecidas como Ligero ou Fortaleza 3; aroma - se encontra na parte central da planta e é chamado de Seco ou Fortaleza 2; queima - da parte inferior e é chamada de Volado ou fortaleza 1; e todas estas seguradas por uma folha de maior elasticidade conhecida como capote.
Se todo o filler é responsável por mais de 90% do sabor, aroma e queima, por que então as capas são tão caras?
Imagine um prato especial sem a pitada exata do sal ou de um condimento fundamental, ou ainda um excelente vinho tinto em uma taça de branco. A capa de um charuto, além de ser o acabamento, que deve ser perfeito, não representa só visual, ela tem um toque de sabor finalizador e é um indicador do conteúdo de um charuto. Dentro de um vasto espectro de cores de capa, existem sete cores básicas que são determinas principalmente pela quantidade de luz solar que esta folha foi exposta; a forma com que a folha de capa foi processada; e os diferentes tipos de folhas de tabaco.
A partir das claras para as escuras, as descrições comumente usadas são: Claro Claro, Claro, Colorado Claro, Colorado, Colorado Maduro, Maduro e Escuro.
Claro Claro
Também conhecida como Candela ou Doble Claro. De uma tonalidade verde para o amarelo devido seu sombreamento ainda na planta, sofre uma secagem rápida por calor, mantendo boa parte da clorofila. Em bons charutos, predomina um sabor levemente adocicado, em outros, de má qualidade, pode trazer um amargor indesejável.
Colorado Claro
Uma cor tawny tendendo ao marrom, algumas vezes chamada de natural. Normalmente esta coloração é a indicação de folhas cultivadas em pleno sol. Vale lembrar que boas folhas de capa são cultivadas em enormes tendas em que a luminosidade solar não incide diretamente nas folhas.
Colorado Maduro
De coloração marrom, média força e muito aromática, tem um sabor inconfundível. São utilizadas na grande maioria dos charutos hondurenhos. Estas folhas de capa são cultivadas sem a incidência direta de luminosidade solar, seu tabaco é conhecido como Tabaco Tapado.
Maduro
Um marrom café predomina nestas folhas de capa. A palavra maduro remete à forma de sua maturação, pois elas passam por um período maior que outras folhas de capa e atingem nuances de uma castanho-escuro. Sua coloração é considerada a cor tradicional cubana. Elas devem ser oleosas e sedosas e têm como característica um sabor forte e um aroma suave.
Escuro
De um castanho escuro quase negro, essas folhas também são conhecidas como Negras nos países produtores de tabaco. Elas ficam no pé da planta além do tempo usual de colheita e recebem uma maturação mais longa (fermentação e maturação). Esta cor pode também ser obtida de maneira artificial, por cozimento em fornos ou caldeiras de alta pressão. Estas folhas possuem um sabor bastante forte, com pouco aroma. São provenientes principalmente do Brasil, México e Nicarágua. (Informações retiradas de Sun- Grown e Connecticut Broadleaf).
fonte: http://www.charutosetc.com
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
As 10 cervejas mais alcoólicas do mundo
1° Lugar: Start The Future (Holanda) | 60%
2° Lugar: The End Of History (Escócia) | 55%
3° Lugar: Schorschbock (Alemanha) | 43%
4° Lugar: Sink The Bismarck (Escócia) | 41%
5° Lugar: Schorschbock (Alemanha) | 40%
6° Lugar: Tactical Nuclear Penguin (Escócia) | 32%
7° Lugar: Dave (EUA) | 29%
8° Lugar: Hakusekikan (Japão) | 28%
9° Lugar: Samuel Adams Utopias (EUA) | 27%
10° Lugar: Dogfish Head 120 Minute IPA (EUA) | 21%
Fonte: www.bebendobem.com.br
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alcoólica,
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Brasileiro muda jeito de tomar cerveja
Consumidores estão se aventurando mais no mundo das cervejas especiais, que têm maior variedade e apelo gastronômico. Rótulos especiais já representam 5% do mercado nacional
A rotina de quem é apreciador de uma boa cerveja mudou. Com mais opções disponíveis na prateleira do mercado e no cardápio do bar, o consumidor começou a se aventurar no universo das cervejas especiais. Ao contrário da loura gelada do fim de semana, as especiais apresentam qualidade sensorial, personalidade e apelo gastronômico. Na definiçao de Diego Cartier, pesquisador de cervejas, “este novo consumidor está aberto a novas experiências e prefere qualidade à quantidade.”
Os números de mercado confirmam a mudança no padrão de consumo dos bebedores. Em 2008, as cervejas especiais movimentaram 409 milhoes de reais. Em 2009, o valor foi sete vezes maior, chegou a quase três bilhões de reais. As especiais já representam 5% dos dez bilhões de litros vendidos por ano no país. “Há quinze anos, quando eu abri a empresa tínhamos três tipos de cerveja na nossa carta. Hoje, temos cerca de 80 rótulos”, conta Marcelo Stein, diretor da maior importadora de cerveja do país, a Bier & Wein.
A expansão do mercado estimulou as grandes empresas a investirem em novos produtos. A Heineken, por exemplo, trouxe este ano cinco novas marcas importadas. Entre elas, a holandesa Amstel Pulse e a italiana Birra Moretti. A Schincariol, por sua vez, investiu na aquisição de microcervejarias, como a Baden Baden, que já têm um público cativo entre os apreciadores de cervejas especiais.
A AmBev apostou na contratação de “sangue novo” para dar conta da demanda por novos tipos de cerveja. Todo ano a empresa oferece programas de trainee, mas em 2010 lançou o primeiro trainee focado na formação de mestres cervejeiros. “Sou bastante otimista com este novo novo mercado, pois o brasileiro está enxergando a cerveja por outro ângulo. Experimentar uma especial é um caminho sem volta", diz Bianca Franzine, ex-trainee e, hoje, mestre cervejeira da AmBev.
Ritual de degustação
Existem mais de 120 estilos oficiais de cerveja no mundo, divididos em três famílias (veja vídeo explicativo abaixo). Hoje, é possível encontrar quase todos à venda em bares, casas especializadas e até em grandes redes de supermercado. Para dar conta de tamanha variedade, é preciso mudar o jeito que se bebe cerveja. ”O primeiro passo é observar a cerveja, depois de servida. Em seguida, é preciso fazer movimentos circulares para que a bebida libere seus aromas, do mesmo modo jeito que se faz com o vinho”, quem ensina é Cilene Saorin, mestre cervejeira e beer sommelier formada na Alemanha e na Espanha.
Neste ritual de degustação, sabores e aromas devem ser apreciados e estudados. Cada tipo de cerveja tem uma combinação de maltes e lúpulos que combina com um determinado tipo de prato. As cervejas stout, como a irlandesa Guinness, são perfeitas para acompanhar queijos fortes como gorgonzola e parmesão. “O papel da cerveja mudou. Ela deixou de ser apenas uma companhia, para se tornar uma experiêcia à mesa”, complementa Cilene. “Degustar uma cerveja se transformou numa brincadeira com os sentidos e com a sensibilidade."
Ao contrário do que pode parecer, o prazer das cervejas especiais não custa caro. É possível encontrar rótulos importados e nacionais numa faixa de preço que vai de 4 a 70 reais. Mas há certos prazeres etílicos que saem um "pouco" mais caros. A Westvleteren 12, considerada a melhor cerveja do mundo, é um deles. Produzida por monges trapistas, a Westvleteren só pode ser comprada na própria Abadia de St. Sixtus, na Bélgica.
Fonte: Patrícia Spier - Veja online
A rotina de quem é apreciador de uma boa cerveja mudou. Com mais opções disponíveis na prateleira do mercado e no cardápio do bar, o consumidor começou a se aventurar no universo das cervejas especiais. Ao contrário da loura gelada do fim de semana, as especiais apresentam qualidade sensorial, personalidade e apelo gastronômico. Na definiçao de Diego Cartier, pesquisador de cervejas, “este novo consumidor está aberto a novas experiências e prefere qualidade à quantidade.”
Os números de mercado confirmam a mudança no padrão de consumo dos bebedores. Em 2008, as cervejas especiais movimentaram 409 milhoes de reais. Em 2009, o valor foi sete vezes maior, chegou a quase três bilhões de reais. As especiais já representam 5% dos dez bilhões de litros vendidos por ano no país. “Há quinze anos, quando eu abri a empresa tínhamos três tipos de cerveja na nossa carta. Hoje, temos cerca de 80 rótulos”, conta Marcelo Stein, diretor da maior importadora de cerveja do país, a Bier & Wein.
A expansão do mercado estimulou as grandes empresas a investirem em novos produtos. A Heineken, por exemplo, trouxe este ano cinco novas marcas importadas. Entre elas, a holandesa Amstel Pulse e a italiana Birra Moretti. A Schincariol, por sua vez, investiu na aquisição de microcervejarias, como a Baden Baden, que já têm um público cativo entre os apreciadores de cervejas especiais.
A AmBev apostou na contratação de “sangue novo” para dar conta da demanda por novos tipos de cerveja. Todo ano a empresa oferece programas de trainee, mas em 2010 lançou o primeiro trainee focado na formação de mestres cervejeiros. “Sou bastante otimista com este novo novo mercado, pois o brasileiro está enxergando a cerveja por outro ângulo. Experimentar uma especial é um caminho sem volta", diz Bianca Franzine, ex-trainee e, hoje, mestre cervejeira da AmBev.
Ritual de degustação
Existem mais de 120 estilos oficiais de cerveja no mundo, divididos em três famílias (veja vídeo explicativo abaixo). Hoje, é possível encontrar quase todos à venda em bares, casas especializadas e até em grandes redes de supermercado. Para dar conta de tamanha variedade, é preciso mudar o jeito que se bebe cerveja. ”O primeiro passo é observar a cerveja, depois de servida. Em seguida, é preciso fazer movimentos circulares para que a bebida libere seus aromas, do mesmo modo jeito que se faz com o vinho”, quem ensina é Cilene Saorin, mestre cervejeira e beer sommelier formada na Alemanha e na Espanha.
Neste ritual de degustação, sabores e aromas devem ser apreciados e estudados. Cada tipo de cerveja tem uma combinação de maltes e lúpulos que combina com um determinado tipo de prato. As cervejas stout, como a irlandesa Guinness, são perfeitas para acompanhar queijos fortes como gorgonzola e parmesão. “O papel da cerveja mudou. Ela deixou de ser apenas uma companhia, para se tornar uma experiêcia à mesa”, complementa Cilene. “Degustar uma cerveja se transformou numa brincadeira com os sentidos e com a sensibilidade."
Ao contrário do que pode parecer, o prazer das cervejas especiais não custa caro. É possível encontrar rótulos importados e nacionais numa faixa de preço que vai de 4 a 70 reais. Mas há certos prazeres etílicos que saem um "pouco" mais caros. A Westvleteren 12, considerada a melhor cerveja do mundo, é um deles. Produzida por monges trapistas, a Westvleteren só pode ser comprada na própria Abadia de St. Sixtus, na Bélgica.
Fonte: Patrícia Spier - Veja online
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Famosos e suas frases sobre Charutos
- Se nos esquecermos de uma deixa, tudo o que há a fazer é enfiar um charuto na boca e puxar umas fumaças até que nos lembremos do que nos tínhamos esquecido. (Groucho Marx)
- Aquele que não fuma... ou nunca conheceu grandes mágoas ou recusa a si próprio o mais doce consolo, comparável ao que provém dos céus. (E.G. Bulwer-Lytton)
- O fumo é um ótimo companheiro para a solidão do soldado. (Ernesto Che Guevara)
- Fumar é humano, fumar charutos é divino. (Anônimo)
- O tabaco é a planta que transforma pensamentos em sonhos. (Victor Hugo)
- Meu caro, fumar é um dos maiores e mais baratos prazeres da vida, e se à partida decidires não fumar, só poderei lamentar-te. (Sigmund Freud)
- Meu pai era um fumador de charutos e apreciava realmente um bom charuto... Costumava fumar charutos cubanos e beber vinho espanhol. E ensinou-me ambas as coisas. (Fidel Castro)
- Aos 30, calibre 30; aos 50, calibre 50. (Provérbio Cubano)
- Não me peçam para descrever os encantos do devaneio ou êxtase contemplativo em que o fumo de um charuto nos mergulha. (Jules Sandeau)
- Tenho noventa e cinco anos de idade e há noventa não dispenso um puro charuto cubano. (Compay Segundo, músico cubano)
- Como disse Chico Buarque, dinheiro é bom para comprar uísque, charuto e pagar o aluguel. (Tom Jobim, compositor brasileiro)
- O charuto é quase uma extensão do meu rosto. Este é um dos meus vícios, é vício confessável, exibido. Um bom charuto é um prazer cotidiano, mágica fumaça consoladora. (Câmara Cascudo, folclorista brasileiro)
domingo, 22 de agosto de 2010
As perguntas mais freqüentes sobre Charutos
O que é um charuto?
O charuto é talvez a forma mais antiga de utilização do tabaco (nicotiana tabacum ou nicotiana rustica) e consiste de um rolo, feito a mão ou à máquina, de folhas de tabaco fermentado.
Qual a origem da palavra charuto?
A palavra charuto deriva de cheroot, um tipo de charuto muito popular na era vitoriana.
Qual a diferença entre o cigarro e o charuto?
O cigarro é um cilindro de papel, recheado de fumo picado, processado a seco, com aditivos, como conservantes, umectantes, e flavorizantes, geralmente com um filtro na extremidade que se leva à boca. O charuto de qualidade é feito à mão com folhas inteiras de fumo fermentado, sem nenhum aditivo. O cigarro dura alguns meses, no máximo, enquanto que um charuto bem conservado pode durar vários anos, e inclusive melhorar seu sabor.
O que significam as expressões long filler e short filler?
Long filler é o charuto feito à mão com folhas inteiras de tabaco, short filler é um charuto, geralmente feito à máquina, com pedaços de fumo ou fumo picado, geralmente sobras da fabricação do charuto long filler.
Por que os bons charutos são tão caros?
O preço é uma coisa relativa, mas os charutos feitos à mão tem o preço mais elevado porque todo o processo é artesanal, e envolve muito trabalho; para se ter uma idéia, um charuto premium pode levar mais de três anos para ser elaborado, desde o plantio do fumo até a venda.
O que é um charuto premium?
É um charuto feito à mão, de alta qualidade.
O que significa a palavra puro?
É a denominação dos povos de língua espanhola para um bom charuto feito à mão. Também pode indicar que todo o fumo do charuto vem de apenas um País.
Quanto tempo um charuto pode ficar aceso?
O charuto, sem puxar fumaça, fica aceso por no máximo 5 minutos, podendo variar de acordo com diversos fatores. Puxando a fumaça, vai variar de acordo com o tamanho, tipo, condições climáticas, condições de armazenamento e intervalo entre puxadas.
O que é degustar um charuto?
É apreciar os sabores e aromas sutis de um bom charuto. É relaxar e observar a queima e os desenhos da fumaça. É o tato de uma capa sedosa nos dedos.
O teor de nicotina do charuto é maior ou menor que a do cigarro?
Teoricamente é maior o teor de nicotina em um charuto. A vantagem é que charuto se fuma em quantidades menores que o cigarro e não se deve tragar a fumaça, sendo assim, talvez a absorção de nicotina seja menor.
Qual o teste a ser feito para saber da consistência do charuto?
Aperta-se o charuto em toda a sua extensão. Não podem haver pontos macios, ele não poderá ser muito rígido, e não deverá fazer barulho de folhas secas.
Qual o procedimento quanto ao aparecimento de furos nos charutos?
O charuto está com lasioderma serricone. Antes de aparecer os furos, eles são detectados pelo pequeno pó que sai do pé quando a cabeça do charuto é levemente batida sobre uma superfície. Os contaminados devem ser isolados, colocados em um freeezer (-20°C) dentro de saco plástico, por dois dias, depois colocados por mais um dia na geladeira e depois colocados de volta no umidor.
Que significa um charuto travado (plugado)?
Um charuto que por um motivo de construção ou umidade excessiva não permite o fluxo correto de fumaça em seu interior.
Porque alguns charutos ficam moles e outros duros quando comprimidos?
Pode ser por excesso ou falta de fumo ou umidade, ou uma combinação dos dois.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Os preferidos dos charuteiros
Apresentamos aqui dez marcas de charuto que são sucesso absoluto entre os aficionados. Em alguns casos, pode haver duplicidade de marcas: em 1959, Cuba sofreu a revolução comunista de Fidel Castro e muitas fábricas foram nacionalizadas. Mestres charuteiros fugiram então para lugares como Honduras e República Dominicana e continuaram a produzir charutos utilizando as mesmas denominações comerciais.
Arturo Fuente
Bastante apreciada pelos norte-americanos pela sua relação custo-benefício, seus charutos são feitos de tabaco de Santiago. A primeira fábrica nasceu na Flórida, em 1912, e estabeleceu-se na República Dominicana, onde tem 4 unidades. A Arturo Fuente, ainda comandada pela família Fuente, é uma das maiores produtoras de charutos feitos à mão.
Formatos: mais de 40, entre eles Chateau Fuente Robusto (em vários tamanhos), Churchill, Double Chateau Fuente (corona gorda), Hemingway Signature (corona gorda), Petit Corona, Rothschild (robusto), Spanish Lonsdale (lonsdale).
Arturo Fuente
Bastante apreciada pelos norte-americanos pela sua relação custo-benefício, seus charutos são feitos de tabaco de Santiago. A primeira fábrica nasceu na Flórida, em 1912, e estabeleceu-se na República Dominicana, onde tem 4 unidades. A Arturo Fuente, ainda comandada pela família Fuente, é uma das maiores produtoras de charutos feitos à mão.
Formatos: mais de 40, entre eles Chateau Fuente Robusto (em vários tamanhos), Churchill, Double Chateau Fuente (corona gorda), Hemingway Signature (corona gorda), Petit Corona, Rothschild (robusto), Spanish Lonsdale (lonsdale).Bolivar
Lançada em 1927, só foi bem difundido no início dos anos 50. Tem como característica principal o sabor forte. Com modelos clássicos, tem como destaque o Belicoso Fino, com 14 cm de comprimento e 2,06 cm de diâmetro. Seu nome homenageia Simón Bolivar, revolucionário venezuelano que “libertou países latinos da dominação espanhola (séc.19). Formatos: Belicoso Fino (belicoso), Bonitas (petit corona), Corona, Corona Extra (corona gorda), Corona Gigantes (churchill), Corona Junior (três petit corona), Gold Medal (lonsdale), Inmensa (lonsdale), Palmas (panatela), Petit Corona, Royal Coronas (robusto), entre outros.
Cohiba
Grande marca mundial. Inicialmente produzida para Fidel Castro, foi durante muito tempo sua exclusividade. Até 1982, só os presenteados pelo líder cubano degustavam o charuto. Depois, começou a ser vendido. Tornou-se marca da reestruturação da indústria cubana de charutos pós-revolução. Criado em 1966, seu nome vem das folhas de tabaco enroladas que os primeiros indígenas fumavam. Atualmente é um dos charutos mais falsificados entre as grandes marcas. Um toque especial vem da fermentação tripla, só encontrada no Cohiba.
Fomatos: Corona Especial (panatela), Esplendidos (churchill), Exquisitos (panatela), Lancero (panatela larga), Panatela, Robusto, Siglo I (três petit corona), Siglo II (petit corona), Siglo III (corona), Siglo IV (corona gorda) e Siglo V (lonsdale).
Davidoff
Depois de algum tempo fora do mercado por conta da disputa com a Cubatabaco, (a companhia estatal cubana de tabacos, atual Habanos S.A), os charutos Davidoff estão hoje entre os mais vendidos nos EUA. Zino Davidoff, um expert em charutos, foi à Cuba em 1967 para representar os charutos cubanos no mundo. Tentou comprar a Cohiba, mas só conseguiu distribuí-lo. Em novembro de 1990, os Davidoff passaram a ser produzidos na República Dominicana por Hendrik Kelner, conquistando os norte-americanos.
Formatos: 2000 (petit corona), 4000 (corona), 5000 (corona gorda), Aniversario Nº 1 (double corona), Aniversario Nº 2 (churchill), Double R (robusto), Grand Cru Nº 1 (lonsdale), Grand Cru Nº 2 (corona), Grand Cru Nº 3 (petit corona), Grand Cru Nº 4 (petit corona), Special R (robusto) e Special T (torpedo).
Hoyo de Monterrey
Lançado em 1865 pelo espanhol José Gener, de Tarragona. Em 1860, ele adquiriu uma vega (plantação de tabaco) em San Juan y Martinez chamada Hoyo de Monterrey, que deu nome à marca. Uma das fábricas mais antigas de charutos (além do Hoyo de Monterrey, também criou a extinta La Escepcion). Por seu sabor suave, é aconselhável aos charuteiros iniciantes. O tipo mais apreciado pelos fumadores é o Hoyo de Monterrey Epicure Nº 2, por muitos considerado o melhor do mundo. Formatos: Churchill, Corona, Double Corona, Epicure Nº 1 (corona gorda) e Nº 2 (robusto), Longos (panatela) etc.
Macanudo
Possui sabor suave e intensidade mediana, agradável para iniciantes. A suavidade adicional é adquirida pelo duplo envelhecimento das capas, cultivadas em Connecticut (EUA). Feito na Jamaica e na República Dominicana, sendo a primeira a maior produtora (90%). A linha Macanudo Vintage, produzida das melhores safras, tem preços altos. Formatos: Baron de Rothschild (lonsdale), Crystal (lonsdale), Duke of Windsor (belicoso), Duke of Devon (corona), Hyde Park (robusto) , Portofino (panatela), entre outros.
Montecristo
Uma das marcas cubanas mais vendidas. O modelo Montecristo
Nº 4 representa, atualmente, 1/5 das exportações cubanas de charutos. Outro formato bem conhecido é o Torpedo Montecristo Nº 2, com sabores mais acentuados e próprios para apreciadores. O charuto Montecristo surgiu da união de Alonso Menendez a José Garcia, que formou a sociedade Menendez, Garcia e Cia e criou a marca Particulares. Este
foi o caminho para o surgimento do Montecristo, em 1935, especialmente para a venda no mercado exterior. O sucesso foi tanto que, em 1936, eles venderam a Particulares a Cifuentes y Cia, proprietária da marca Partagas, e adquiriram a companhia H. Upmann.
Formatos: Nº 1 (lonsdale), Nº 2 (torpedo), Nº 3 (corona), Nº 4 (petit corona), Nº 5 (três petit corona), além dos tubos (corona).
Partagas
Criado por Jaime Partagas, a marca tem 160 anos de vida e é a mais popular de Cuba. Depois do assassinato do fundador, em 1890, seu filho não conseguiu administrar a produção e vendeu a marca para os Cifuentes. Tempos depois, a General Cigar adquiriu os direitos de Ramón Cifuentes. Atualmente, é produzido tanto em Cuba quanto na República Dominicana. Sua fábrica, no centro de Havana, permite a visitação do público.
Formatos: entre os cubanos, Lusitanias (double corona), Churchills de Luxe (churchill), Partagas série D Nº 4 (robusto), 8-9-8 (lonsdale); Aristocrat (belicoso) 8-9-8 (lonsdale), Robusto, Sabroso (corona), Nº 2 (corona), Nº 10 (double corona), entre outros (dominicanos)
Punch
A cubana Punch marca presença pela força nos seus sabores. Seus charutos são produzidos em Cuba e Honduras. A fábrica cubana, fundada em 1840 por Manuel Lopez, visava o mercado inglês. O nome da marca foi inspirado em uma revista inglesa de humor e está mais associado a Fernando Palacio, que popularizou o Petit Punch (tamanho meia-corona). Já os Punch hondurenhos foram originalmente manufaturados em Tampa (Flórida, EUA) e transferidos para Honduras (em 1969). Os destaques são o Punch Double Corona e o Punch Churchill, considerados entre os melhores do mundo. Há também o Corona Gorda Punch Punch, um clássico da marca. Formatos: Churchill, Corona, Double Corona, Punch Punch (corona gorda ), todos cubanos.
Romeo y Julieta
Uma das marcas que possui grande variedades de charutos:
51 tipos. Produzidos em Cuba e na República Dominicana, a marca foi fundada em 1903 pelo espanhol dom Inocencio Alvarez, conhecido como don Pepín. Os dominicanos, mais suaves, são cuidadosamente confeccionados por Benjamin Menendez, da Manufactura de Tabacos S.A. O tipo mais consumido é o Romeo y Julieta Churchill, uma homenagem a Winston Churchill, grande aficcionado. O problema em relação à grande diversidade de charutos é que nem todos têm a mesma qualidade.
Formatos: Belicoso, Churchill, Coronas Grandes, Exhibición Nº 4 (robusto), cubanos; Churchill, Rothschild (robusto), todos dominicanos (entre outros).
terça-feira, 13 de julho de 2010
Cerveja Erdinger
Cerveja Tipo Weissbier (cerveja de trigo)Origem: Alemanha • Produzida desde: 1886 • Importada desde: 2001
A Erdinger é a cerveja de trigo mais conhecida e consumida no mundo. Produzida desde 1886 na Baviera - região ao sul da Alemanha com maior consumo de cerveja per capita - tem como grande diferencial a segunda fermentação que acontece dentro da própria garrafa e garante seu sabor suave e refrescante. Inconfundível, a Erdinger é uma cerveja de alta e baixa fermentação, produzida com malte de trigo e cevada e que possui uma aparência naturalmente turva. Presente em mais de 70 países, a Erdinger é a cerveja de trigo mais conhecida e consumida no mundo.
Pioneira
Originalmente conhecida apenas na Baviera, a cerveja de trigo foi pioneiramente popularizada pela Erdinger por toda a Alemanha em 1980. A partir 1990 passou também a ser exportada mundo a fora e atualmente está presente em mais de 70 países.
Foco exclusivo em cervejas de trigo
Desde 1886 a Erdinger concentra-se exclusivamente na produção de cervejas de trigo, sendo hoje a maior cervejaria deste segmento. Produzida apenas em Erding - Alemanha, sua linha ganha, a cada dia, novos apreciadores em todo o mundo.
Fermentação exclusiva
A cerveja Erdinger continua até hoje sendo fermentada na garrafa (ou barril), em um processo similar à champanhes, onde são necessárias de 3 a 4 semanas para sua maturação. Um complexo método de produção, que pouquíssimas cervejarias ainda utilizam.
Produzida de acordo coma lei de pureza
A Erdinger é uma cerveja não pasteurizada, produzida de acordo com a Lei de Pureza de 1516. Não possui aditivos químicos, corantes, conservantes ou cereais não maltados, como o milho e o arroz.
Ingredientes de alta qualidade
O mais fino malte de trigo e cevada, selecionado lúpulo e água pura e transparente dos profundos poços da própria Erdinger, compõem o seu exclusivo sabor.
A diferença
O que diferencia a Erdinger das:
-Cervejas de baixa fermentação (Tipo Lager/Pilsen)
· Seu processo de alta fermentação resulta em um sabor frutado.
· A adição de levedura fina encorpa seu sabor.
· A Erdinger utiliza mais de 50% de malte de trigo, além do malte de cevada.
· A segunda fermentação conduz a um índice mais elevado de CO2.
- Outras cervejas de trigo (Tipo Weissbier)
· A coloração brilhante e vivida.
· O agradável aroma.
· A segunda fermentação feita dentro da própria garrafa (ou barril), similar ao processo de produção das champanhes, que resulta em um sabor harmônico e refrescante.
Principais características do produto
Erdinger Tradicional (clara)
Uma cerveja de trigo premium, para aqueles que apreciam um sabor inesquecivelmente bom! Carro chefe da cervejaria Erdinger, a Erdinger Clara é uma cerveja de trigo com levedura fina e tradicional maturação dentro da própria garrafa, similar às champanhes. Uma cerveja leve, viva, muito aromática e refrescante, com sabor incomparável. A clássica entre as cervejas de trigo! Harmoniza com peixes e frutos do mar, saladas, grelhados, salsichas e pratos apimentados.
· Teor alcoólico: 5,3% | Extrato Primitivo: 12,40º plato | Kcal por 100 ml: 44 kcal
Erdinger Dunkel (escura)
Uma genuína especialidade, produzida como nos bons e velhos tempos. A Erdinger escura deve seu sabor encorpado ao fino lúpulo e ao malte tostado utilizados em sua fabricação. Uma especialidade produzida de acordo com antigas receitas. Levemente picante, possui uma proporção mais elevada de extrato primitivo e, como as demais cervejas da Erdinger, também adquire seu harmônico sabor na maturação dentro da garrafa. Como resultado, uma cerveja perfeitamente balanceada e naturalmente escura. Harmoniza com carnes assadas, porco, funghi e pratos agridoces.
· Teor alcoólico: 5,6% | Extrato Primitivo: 12,80º plato | Kcal por 100 ml: 48 kcal
Erdinger Pikantus (Bock)
É uma especialidade bávara para amantes de cervejas fortes. Com 7,3% de teor alcoólico, esta cerveja escura tipo Bock adquire sabor forte e completo na utilização de selecionados maltes tostados de trigo e cevada e no longo período de maturação. Mesmo com um elevado índice de álcool, ela mantém seu sabor único e se torna o exemplo perfeito de uma cerveja forte, "fácil de beber". Ou seja, não somente no inverno, mas no ano inteiro, Erdinger Pikantus é uma boa pedida. Harmoniza com charutos e doces, além de pratos à base de caças e aves.
· Teor alcoólico: 7,3% | Extrato Primitivo: 16,70º plato | Kcal por 100 ml: 63 kcal
www.erdinger.com
www.erdinger.de
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